Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Abril, 2015

Burocratas da SME de Goiânia pressionam escolas e cmeis para encerrarem uma greve considerada legal pela Justiça

Se a greve dos trabalhadores em educação do município de Goiânia é legal e a negociação com a prefeitura ainda não se deu, reunir-se em escola e cmei com diretores e representantes da Secretaria Municipal de Educação (SME)  para quê???

Uma das situações mais desgastantes numa greve de trabalhadores em educação é lidar com a falta de conhecimento de muitos sobre seus direitos de greve. E isto é de se estranhar porque trata-se de uma categoria que bate no peito dizendo-se esclarecida acerca das coisas, formadora de opinião, crítica, formadora básica das outras profissões, que ninguém para para trás, etc.

Caso tivesse mesmo todas essas características, o empregador  (no caso, a SME), não perderia tempo em exercer pressão sobre o grupo porque não seria ouvido(a). Vejam bem. Há entre nós quem acredite nas ameaças de punição feitas pelos agentes da prefeitura: burocratas da SME e diretores. Diga-se de passagem, que eles são colegas de profissão que aceitaram a função de hostilizar e massacrar…

Comissão de Educação da Câmara dos Deputados realiza 1ª audiência pública contra a doutrinação em sala de aula

Foi realizada no dia 25 de março de 2015 a primeira audiência pública na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, sobre o problema da doutrinação política e ideológica em sala de aula, no dia 25 de março de 2017.
Foram convidados a debater o tema: Manuel Palácios, Secretário de Educação Básica do MEC; Amábile Pácios, Presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares(Fenep); Paulo Antonio Gomes Cardim, Presidente da Associação Nacional dos Centros Universitários (Anaceu); Trajano Sousa de Melo, Promotor de Justiça de Defesa do Consumidor; Miguel Nagib, Coordenador do Movimento Escola Sem Partido; Luiz Lopes Diniz Filho, Professor do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Paraná (UFPR); Bráulio Porto de Matos, Professor de Sociologia do Departamento de Educação da Universidade de Brasília (UNB); e Ana Caroline Campagnolo, Professora.
Também fizeram uso da palavra: Dep. Rogério Marinho; Dep. Jair Bolsonaro; Jornalista Luciano Lima; Prof. Claudemiro Ferreira; Adv.…

Doutrinação ideológica em sala de aula é discutida na Câmara dos Deputados

Doutrinação ideológica na pauta do Congresso e da mídia ESCRITO POR THIAGO CORTÊS | 27 MARÇO 2015 
ARTIGOS - DIREITO É inegável a vitória obtida nesta semana contra a doutrinação ideológica nas escolas e universidades do País.  A audiência da Comissão de Educação da Câmara Federal, ocorrida na terça-feira, 24, levou a discussão sobre o problema a um patamar inédito. A temática da doutrinação política e ideológica ganhou, pela primeira vez, uma audiência pública no Congresso Nacional. É claro que existe um longo caminho a ser percorrido, mas a própria realização da audiência oferece motivos para comemoração. Trata-se de um marco em termos simbólicos e midiáticos. A imprensa, ainda que de forma tímida, noticiou o debate. Do ponto de vista político, a audiência foi uma iniciativa da sociedade civil sem qualquer tipo de vinculação partidária. O movimento Escola Sem Partido (ESP), cujo fundador e coordenador é o advogado Miguel Nagib, congrega desde 2004 pais de alunos, estudantes e professo…

A farsa dos royalties do petróleo para a educação

Edição 1981 de 23 a 29 de junho de 2013
Euler de França Belém Os royalties do petróleo e a gestão dos gastos com educação pública ORLEY JOSÉ DA SILVA Especial para o Jornal Opção É bom que os educadores brasileiros não fiquem exageradamente empolgados com a decisão da Câmara desta semana de destinar para a educação pública 75% dos royalties do petróleo e 50% do Fundo do Pré-sal, até que se atinja o percentual de 10% do Produto Interno Bruto (PIB). Apesar da boa vontade da Câmara, o projeto terá que passar pelo Senado e depois esperar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a disputa dos estados pelo direito aos rendimentos advindos do petróleo. Caso o STF não dê isonomia aos estados na distribuição destes royalties, a discussão sobre a verba para a Educação retornará à estaca zero e outra fonte de recurso terá que ser encontrada. Mesmo assim, a propaganda que circula dá a entender que esta medida já está sacramentada e é capaz de equacionar a necessidade dos gastos públicos educ…