Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de 2017

Parlamentares cristãos manifestam-se contra Ideologia de Gênero na BNCC

(Audiência Pública presidida pelo dep. Rogério Marinho (RN),  na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, sobre as Ciências Humanas na BNCC, dia 31.05.2016. Como palestrantes, prof. Orley José da Silva, prof. Bráulio Porto de Matos e padre José Eduardo de Oliveira e Silva)


Vereadores e deputados estaduais estão emitindo cartas de repúdio ao Ministério da Educação e ao Conselho Nacional de Educação contra a presença da Ideologia de Gênero na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Essas cartas estão sendo enviadas individualmente ou subscritas pelos colegas parlamentares. 
Dada a urgência da necessidade,  os documentos têm sido produzidos mesmo a partir dos gabinetes de vereadores conservadores cristãos (católicos e evangélicos, especialmente) porque discordam da aplicação dessa ideologia na educação de crianças de 0 a 14 anos.
A forma escolhida pela maioria dos parlamentares para o envio das suas cartas de repúdio às autoridades em Brasília não é pelos Correios nem pessoalmente mas p…

Proposta BNCC alternativa realmente constitucional e sem ideologia de gênero

Por uma base curricular legítima e de feitio doméstico, de maneira a preservar o pacto federativo. Não uma que se subordine aos interesses globalistas de sociedade, por isto aderente às receitas de pasteurização ideológica da ONU.   
Desde que foi publicada a 1ª versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), em março de 2016, formou-se de maneira espontânea e informal uma equipe altamente qualificada de técnicos educacionais cristãos com a finalidade de analisar e propor alternativas a esse documento. 
Esta equipe é composta de professores e pesquisadores da educação, residentes em estados diferentes da federação e liderados pela professora pós-doutora Viviane Petinelli e Silva (UFMG/Harvard).

Depois que a 3ª versão foi publicada e encaminhada ao Conselho Nacional de Educação (CNE), em abril deste ano, sabendo que se tratava da última antes do documento definitivo, a equipe se esmerou em aprofundar as análises.  

Além do trabalho direto com o texto e o acompanhamento criterioso das 5 a…

Uma pedagogia para o reconhecimento do corpo de si e do outro

As crianças de escolas públicas e privadas que estudam com os livros didáticos/2016 do MEC para a primeira fase do Ensino Fundamental, são contempladas com o conteúdo que possibilita o reconhecimento do próprio corpo e dos corpos dos colegas. 
Este exercício consiste em contornar o corpo do colega com um pincel ou lápis para que a forma seja registrada na lâmina de papel sobre a qual ele se deita. Meninos e meninas se revesam contornando corpos com braços e pernas entreabertas, do mesmo sexo e de sexo diferente.  
Uma das justificativas pedagógicas é oferecer ao aluno noções de diferenças corporais, espaço, altura, lateralidade e proporcionalidade. Isto porque ele terá que montar, preencher, pintar, comparar, descrever e  também diferenciar um desenho do outro. 
Outra justificativa é desmistificar e naturalizar ainda na infância a aproximação, o toque e a percepção do corpo do outro, independente do sexo. 
De acordo com teóricos que defendem práticas pedagógicas como essa, e também de aco…

A 3ª versão da BNCC: análise e constatações (Nota Técnica)

Orley José da Silva[1] Viviane Petinelli[2]
No último dia 06 de abril, o Ministério da Educação entregou a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Ensino Infantil (crianças de 0 a 5 anos) e Fundamental (alunos de 6 a 14 anos) ao Conselho Nacional de Educação (CNE). A BNCC apresenta as diretrizes, competências e o conteúdo que crianças e adolescentes estudantes devem saber na área de Matemática, das Linguagens e das Ciências da Natureza e Humanas. 
A BNCC terá validade em todo o território nacional, para escolas públicas e particulares, inclusive confessionais. Ela é constituída de 60% do conhecimento básico esperado para os estudantes brasileiros. Desta forma, a sua totalidade de conteúdo deverá ser ministrada em cada escola ou sistema educacional. Os 40% restantes deverão ser completados com os conteúdos da cultura e das necessidades locais, a serem preenchidos livremente pelas escolas e sistemas de ensino.


A criação de uma Base Nacional Comum Curricular foi prevista, pela primeira v…